fonte: Imirante, com informações da assessoria
A partir de quarta-feira (24) até domingo (28), o Grupo Universitário de Teatro (GUT) realizará o IX Encontro de Teatro de São Luís em Comunidades da capital e dos municípios de São José de Ribamar e Paço do Lumiar. O encontro promoverá espetáculos interativos gratuitos, oficinas, animações e comunicações.
O IX Encontro de Teatro de São Luís é uma realização do Grupo Universitário de Teatro (GUT) da Universidade Federal do Maranhão e conta com apoio cultural do Sesc, Departamento de Assuntos Culturais da Pró-Reitoria de Extensão, Prefeitura de São Luís, por meio da Fundação Municipal de Cultura, Gráfica Universitária, Departamento de Artes, Universidade FM e Assessoria de Comunicação da UFMA.
segunda-feira, 22 de novembro de 2010
segunda-feira, 8 de novembro de 2010
Projeto visa resgatar a história do teatro Arthur Azevedo
A Secretaria de Estado de Cultura (Secma), por meio da direção do Teatro Arthur Azevedo (TAA), promove solenidade de lançamento do Projeto de Resgate da Memória do Teatro Arthur Azevedo, terça-feira (9), às 16h, no Salão Versátil, do TAA (Rua do Sol s/n-Centro).
Segundo o diretor do Teatro Arthur Azevedo (TAA), Roberto Brandão, o projeto tem como objetivo editar um catálogo com testemunhos de ex-diretores do TAA, bailarinos, músicos, produtores culturais e diretores de espetáculos sobre a história do teatro, o segundo mais antigo em atividade.
FONTE: O Imparcial
Segundo o diretor do Teatro Arthur Azevedo (TAA), Roberto Brandão, o projeto tem como objetivo editar um catálogo com testemunhos de ex-diretores do TAA, bailarinos, músicos, produtores culturais e diretores de espetáculos sobre a história do teatro, o segundo mais antigo em atividade.
FONTE: O Imparcial
sábado, 6 de novembro de 2010
Festival de Teatro Estudantil será realizado no início de 2011
Considerado um dos mais festejados eventos culturais do Maranhão, o Festival Maranhense de Teatro Estudantil, que chega à 15ª edição, será realizado no início do próximo ano. O Festival é realizado pela Secretaria de Estado da Cultura (Secma), por meio do Centro de Artes Cênicas do Maranhão (Cacem).
A decisão de realizar o evento em 2011 foi tomada pelos organizadores do Festival. Entre as principais razões estão as agendas de espetáculos dos teatros Arthur Azevedo, João do Vale e Alcione Nazareth, acontecerão o evento. "Estamos em uma fase de reorganização e se optássemos por realizar o Festival neste momento poderíamos não fazer uma festa como a que queremos", diz o diretor do Cacem, Domingos Tourinho.
Essa edição será a 15ª do Festival Maranhense de Teatro Estudantil. "Daí queremos realizar um evento ainda maior que os anteriores. Queremos comemorar o sucesso do projeto, que consegue reunir diversos estudantes e professores, que se envolvem com as atividades do Festival", acrescenta Tourinho.
Inovações - De acordo com o diretor do Cacem, muitas novidades que foram programadas para este festival estão confirmadas. Como principal destaca-se o caráter não-competitivo desta edição. Todas as peças serão encenadas em caráter de amostragem do trabalho. "Essa forma de realizar festivais já é comum em diversos locais do Brasil. Decidimos adotá-la este ano para ampliar a participação das escolas. Queremos realizar uma festa ainda maior que nos anos anteriores", justifica, lembrando que a decisão pelo caráter não-competitivo deste festival foi tomada em conjunto com professores de escolas públicas e particulares.
Segundo Tourinho, a opção pela amostragem de trabalhos está sendo festejado, sobretudo, por estudantes de escolas públicas que, diz o diretor, alegam que as instituições de ensino privadas têm maiores chances de vencer as competições. "Eles falam que estudantes da rede particular têm maiores condições financeiras de apresentarem peças mais bem elaboradas".
A modalidade não-competitiva, ainda, pode ampliar a participação de escolas de outras cidades maranhenses, diz Tourinho. Ele conta que já está em contato direto com diversos agentes culturais de Alcântara, Arari, Itapecuru Mirim, Vitória do Mearim e Codó. "Mas vamos intensificar os contatos, pois queremos o maior número possível de participantes de outras cidades. A idéia é fazer uma grande festa da inclusão", afirma.
fonte: O Imparcial
A decisão de realizar o evento em 2011 foi tomada pelos organizadores do Festival. Entre as principais razões estão as agendas de espetáculos dos teatros Arthur Azevedo, João do Vale e Alcione Nazareth, acontecerão o evento. "Estamos em uma fase de reorganização e se optássemos por realizar o Festival neste momento poderíamos não fazer uma festa como a que queremos", diz o diretor do Cacem, Domingos Tourinho.
Essa edição será a 15ª do Festival Maranhense de Teatro Estudantil. "Daí queremos realizar um evento ainda maior que os anteriores. Queremos comemorar o sucesso do projeto, que consegue reunir diversos estudantes e professores, que se envolvem com as atividades do Festival", acrescenta Tourinho.
Inovações - De acordo com o diretor do Cacem, muitas novidades que foram programadas para este festival estão confirmadas. Como principal destaca-se o caráter não-competitivo desta edição. Todas as peças serão encenadas em caráter de amostragem do trabalho. "Essa forma de realizar festivais já é comum em diversos locais do Brasil. Decidimos adotá-la este ano para ampliar a participação das escolas. Queremos realizar uma festa ainda maior que nos anos anteriores", justifica, lembrando que a decisão pelo caráter não-competitivo deste festival foi tomada em conjunto com professores de escolas públicas e particulares.
Segundo Tourinho, a opção pela amostragem de trabalhos está sendo festejado, sobretudo, por estudantes de escolas públicas que, diz o diretor, alegam que as instituições de ensino privadas têm maiores chances de vencer as competições. "Eles falam que estudantes da rede particular têm maiores condições financeiras de apresentarem peças mais bem elaboradas".
A modalidade não-competitiva, ainda, pode ampliar a participação de escolas de outras cidades maranhenses, diz Tourinho. Ele conta que já está em contato direto com diversos agentes culturais de Alcântara, Arari, Itapecuru Mirim, Vitória do Mearim e Codó. "Mas vamos intensificar os contatos, pois queremos o maior número possível de participantes de outras cidades. A idéia é fazer uma grande festa da inclusão", afirma.
fonte: O Imparcial
sexta-feira, 5 de novembro de 2010
Peça de Betty Faria é adiada para 2011 por ordens médicas
Em comunicado à imprensa, a assessoria do espetáculo "Shirley Valentine", estrelado por Betty Faria, informou que a estreia foi adiada para 2011 no CCBB Rio de Janeiro, porém sem data definida.
A estreia foi remarcada pelo fato de Betty Faria ter se machucado durante os ensaios da peça. Após uma ressonância, identificou-se que ela sofreu uma torção no joelho e os médicos pediram para ela ficar em repouso para não prejudicar a recuperação.
fonte: TERRA
A estreia foi remarcada pelo fato de Betty Faria ter se machucado durante os ensaios da peça. Após uma ressonância, identificou-se que ela sofreu uma torção no joelho e os médicos pediram para ela ficar em repouso para não prejudicar a recuperação.
fonte: TERRA
domingo, 10 de outubro de 2010
A Primeira Atriz
No início da história do teatro, só os homens podiam participar das encenações e, para os papéis femininos, os atores gregos se utilizam de máscaras. Hoje em dia, sabemos que muita coisa mudou. Mas quando afinal as mulheres puderam subir ao palco e dividir a cena com os homens?
Atravessando a história das tradições cênicas medievais, foi na Itália que houve uma verdadeira recriação das estruturas teatrais por meio das representações do chamado teatro humanista. No século XVI, ocorreu um intenso processo de profissionalização de atores, com o surgimento da chamada "Commedia Dell'Arte", em que alguns tipos representados provinham da tradição do antigo teatro romano, como as figuras do avarento e do fanfarrão.
Devido às inúmeras viagens que as pequenas companhias de Commedia Dell'Arte empreendiam por toda a Europa, este gênero exerceu grande influência sobre o teatro realizado em outras nações. Um século depois, a Itália experimentou grandes evoluções cênicas, muitas delas ainda servem de estrutura ao teatro atual. E foi justamente nesse mesmo período que as mulheres passaram a fazer parte das atuações teatrais, na França.
Uma das atrizes que outrora havia sido integrante do grupo de Molière começou a fazer parte do elenco das peças de Jean Racine, poeta trágico, dramaturgo, matemático e historiador francês, considerado, ao lado de Pierre Corneille, um dos maiores dramaturgos clássicos da França.
O nome da atriz? Therese du Parc, conhecida mais tarde, como La Champmesle, a primeira mulher a interpretar Fedra, personagem principal de “Phèdre”, obra de Racine, tornando-se então uma das principais atrizes da chamada "Commedie Française". Assim, Therese du Parc é o primeiro nome feminino de que se tem registro na história do teatro.
Em “Phèdre”, o autor não apresenta hesitações e mostra o mundo da Grécia mitológica em toda a sua plenitude. A personagem é vítima da cólera divina e sua paixão pela personagem Hippolyte é muito mais uma punição dos deuses do que uma ação de sua própria vontade. Phèdre não é apenas uma personagem mitológica que sucumbe à fatalidade divina, mas o ser humano que carrega dentro de si as sementes de sua própria condenação.
No texto representado pela atriz, Racine mostra sua habilidade como poeta dramático. A ação está próxima do desenlace, com a protagonista no auge de seu desespero. Phèdre é a personagem trágica por excelência, pois não sendo inteiramente culpada nem inteiramente inocente, desperta no espectador sentimentos de compaixão e terror.
Existem boatos de que Racine comprou uma grande briga com Molière devido ao “roubo” dessa atriz de sua trupe. Não se sabe ao certo, mas, casada com Charles Chevillet Champmesle, dizem que Therese du Parc manteve uma relação extra-conjugal com Racine e morreu devido a um aborto malsucedido.
Crédito da imagem: Cliché Musées Nationaux, Paris.
FONTE: SP Escola de Teatro - Centro de Formação das Artes do Palco
Artistas engordam e emagrecem conforme a exigência do papel
Uai
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| Murilo Benício é exemplo da dedicação do ator: gordinho em Força-tarefa; fininho em Ti-ti-ti |
Colete à prova de balas, revólver na cintura e barba por fazer. A figura é de um homem sério, que impõe respeito. Digna de um oficial de primeira linha. Com o cabelo raspado, músculos definidos e uma boa caprichada no garfo, Murilo Benício, de 39 anos, encarnou durante um ano o tenente Wilson, no seriado Força-tarefa, na Globo. No período, as roupas ficaram justas. O ponteiro da balança foi para a casa dos 92 quilos. Dez a mais do que o normal. Na tela, Murilo estava quase irreconhecível, com uma barriguinha pouco habitual. Mas a caracterização turbinou a audiência do seriado, que chegou a 23 pontos nas pesquisas de audiência.
Passado o sucesso, Murilo fez questão de voltar à boa forma física. Para isso, dispensou procedimentos cirúrgicos e dietas radicais. Em março, com a namorada Guilhermina Guinle, passou uma semana no SPA 7 Voltas, em Itatiba (SP). A hospedagem para um casal no local por sete dias custa entre R$ 5.306 e R$ 6.272. “Ele veio principalmente para reeducar a alimentação”, diz a nutricionista Gisele Giraldi, que cuidou do ator. Até então, Murilo tomava refrigerante no café da manhã e dormia de estômago cheio. No cardápio light, só 1.200 calorias. Chá e água estavam liberados e, entre as refeições, eram permitidos gelatina, porções de 50 gramas de frutas e, às vezes, pães. “Aqui, ele perdeu 2 quilos, quase 3. Mas foi só para ele se acostumar com a ideia da dieta”, diz Gisele.
Guilhermina ajudou a equipe do SPA na empreitada. “Como ela fazia aula de spinning, ele também passou a fazer”, conta Alexandre Silveira, coordenador da academia do local. Ainda no circuito, 30 minutos entre jumper, musculação e esteira. Alimentação controlada e malhação. Mas o ator não reclama. “Não achei que a dieta foi um sacrifício”, diz. Na corrida pelo peso ideal, Murilo se apropriou de um segredo da diva do pop, Madonna: o power plate, espécie de drenagem linfática. “Ele seguiu tudo com rigor. Só era preguiçoso para acordar cedo. Então, às vezes, malhava mais tarde”, diz Alexandre. Longe do spa, o ator cortou jantares em churrascarias e chocolate. O esforço de seis meses valeu. Até agora, perdeu 10kg. Quer se livrar de mais 3 e ficar com 73kg.
Atualmente na novela Ti-ti-ti, Benício diz que ficou admirado com sua disciplina. E seu colega de cena, Alexandre Borges, de 44 anos, também entrou na onda. “Emagrecer deu mais credibilidade para fazer o Jacques Leclair (estilista que ele interpreta na trama da Globo)”, conta Borges. “Mas as minhas roupas largas estão todas no armário, para quando engordar de novo”, brinca Alexandre. No café, ele come mamão com granola, amêndoas e castanhas. No almoço, arroz integral, legumes e grelhados. Ultimamente, tem evitado doces como pavê, seu predileto. Assim, mandou embora sete quilos e hoje está com 73kg.
Efeito ioiô
Para interpretar Cazuza, em Cazuza – O tempo não para (2004), Daniel de Oliveira (foto) emagreceu 11kg em três semanas
Tom Hanks pesava 90kg no começo das gravações de Náufrago (2000) e perdeu 20kg para filmar o fim do longa-metragem
George Clooney teve problemas nas costas por engordar cerca de 15kg e viver um agente da CIA em Syriana (2005)
As filmagens de Touro indomável (1980) foram interrompidas por quatro meses, enquanto Robert De Niro engordava 27kg
Passado o sucesso, Murilo fez questão de voltar à boa forma física. Para isso, dispensou procedimentos cirúrgicos e dietas radicais. Em março, com a namorada Guilhermina Guinle, passou uma semana no SPA 7 Voltas, em Itatiba (SP). A hospedagem para um casal no local por sete dias custa entre R$ 5.306 e R$ 6.272. “Ele veio principalmente para reeducar a alimentação”, diz a nutricionista Gisele Giraldi, que cuidou do ator. Até então, Murilo tomava refrigerante no café da manhã e dormia de estômago cheio. No cardápio light, só 1.200 calorias. Chá e água estavam liberados e, entre as refeições, eram permitidos gelatina, porções de 50 gramas de frutas e, às vezes, pães. “Aqui, ele perdeu 2 quilos, quase 3. Mas foi só para ele se acostumar com a ideia da dieta”, diz Gisele.
Guilhermina ajudou a equipe do SPA na empreitada. “Como ela fazia aula de spinning, ele também passou a fazer”, conta Alexandre Silveira, coordenador da academia do local. Ainda no circuito, 30 minutos entre jumper, musculação e esteira. Alimentação controlada e malhação. Mas o ator não reclama. “Não achei que a dieta foi um sacrifício”, diz. Na corrida pelo peso ideal, Murilo se apropriou de um segredo da diva do pop, Madonna: o power plate, espécie de drenagem linfática. “Ele seguiu tudo com rigor. Só era preguiçoso para acordar cedo. Então, às vezes, malhava mais tarde”, diz Alexandre. Longe do spa, o ator cortou jantares em churrascarias e chocolate. O esforço de seis meses valeu. Até agora, perdeu 10kg. Quer se livrar de mais 3 e ficar com 73kg.
Atualmente na novela Ti-ti-ti, Benício diz que ficou admirado com sua disciplina. E seu colega de cena, Alexandre Borges, de 44 anos, também entrou na onda. “Emagrecer deu mais credibilidade para fazer o Jacques Leclair (estilista que ele interpreta na trama da Globo)”, conta Borges. “Mas as minhas roupas largas estão todas no armário, para quando engordar de novo”, brinca Alexandre. No café, ele come mamão com granola, amêndoas e castanhas. No almoço, arroz integral, legumes e grelhados. Ultimamente, tem evitado doces como pavê, seu predileto. Assim, mandou embora sete quilos e hoje está com 73kg.
Efeito ioiô
Para interpretar Cazuza, em Cazuza – O tempo não para (2004), Daniel de Oliveira (foto) emagreceu 11kg em três semanas
Tom Hanks pesava 90kg no começo das gravações de Náufrago (2000) e perdeu 20kg para filmar o fim do longa-metragem
George Clooney teve problemas nas costas por engordar cerca de 15kg e viver um agente da CIA em Syriana (2005)
As filmagens de Touro indomável (1980) foram interrompidas por quatro meses, enquanto Robert De Niro engordava 27kg
Inscrições para Festival de Teatro Estudantil encerram-se dia 20
FONTE: Imirante, com informações da Secma
As inscrições para o 15º Festival Maranhense de Teatro Estudantil, um dos mais importantes e consagrados eventos da agenda cultural do estado, estão abertas até o dia 20 deste mês, no Centro de Artes Cênicas do Maranhão (Rua de Santo Antônio, 161, Centro), das 14h às 20h30. O evento será realizado de 8 a 15 de novembro nos teatros Arthur Azevedo, João do Vale e Alcione Nazareth.A Secretaria de Estado da Cultura (Secma) informa que além do Centro de Artes Cênicas (Cecem), os interessados têm a opção de efetuar suas inscrições via correio ou por e-mail(cacemteatro@hotmail.com e cacem@cultura.gov.ma.br).
A Secma promete um Festival com muita inovação este ano, cujo caráter não-competitivo da edição, é uma delas. Todas as peças serão encenadas na modalidade de amostragem do trabalho, conforme explica o diretor do Cacem, Domingos Tourinho.
“Essa forma de realizar festivais já é comum em diversos locais do Brasil. Decidimos adotá-la este ano para ampliar a participação das escolas. Queremos realizar uma festa ainda maior que nos anos anteriores”, justifica, lembrando que a decisão pelo caráter não-competitivo deste festival foi tomada em conjunto com professores de escolas públicas e particulares.
Segundo Tourinho, a opção pela amostragem de trabalhos está sendo festejado, sobretudo, por estudantes de escolas públicas, ao alegarem que as instituições de ensino privadas têm maiores chances de vencer as competições. “Eles falam que estudantes da rede particular têm maiores condições financeiras de apresentarem peças mais bem elaboradas”, comentou.
A modalidade não-competitiva, ainda, pode ampliar a participação de escolas de outras cidades maranhenses, diz Tourinho. Ele conta que já está em contato direto com diversos agentes culturais de Alcântara, Arari, Itapecuru Mirim, Vitória do Mearim e Codó. “Mas vamos intensificar os contatos, pois queremos o maior número possível de participantes de outras cidades. A idéia é fazer uma grande festa da inclusão”, afirma.
O diretor do Cacem revelou, ainda, que a coordenação está pensando em outras ações inéditas para esse 15º Festival Maranhense de Teatro Estudantil. “Uma possível premiação a escolas que participaram de todas as edições pode ser uma delas. Também queremos identificar as contribuições que o Festival teve no processo educacional e, quem sabe, elaborar algum tipo de homenagem”, conta Domingos Tourinho.
Estrutura
A abertura acontece no dia 8 de novembro, em horário ainda a confirmar, no Teatro Arthur Azevedo. A peça escolhida para abrir o Festival é Educat’s, montagem com alunos do Colégio Educator, sob a coordenação do professor Sérgio Helal, que se baseou no musical Cats, do poeta, dramaturgo e crítico literário americano T. S. Eliot.
As apresentações dos grupos serão realizadas concomitantemente, de 9 a 12 de novembro no João do Vale e de 9 a 13 no Alcione Nazareth, ambos na Praia Grande, no período matutino e vespertino. “Faremos assim devido ao número de escolas que esperamos inscrever e também por que estipulamos 19h como horário-limite para finalizar as apresentações diárias”, justifica Domingos Tourinho.
Para encerrar, também no Arthur Azevedo, será apresentada a peça A peste e outras pestes, uma adaptação do romance A Peste, do escritor e filósofo francês Albert Camus. “O trabalho é dos alunos do Instituto Federal do Maranhão (IFMA), sob a responsabilidade do professor Inaldo Lisboa”, informa o diretor do Cacem.
Este ano, em virtude de ser mostra não-competitiva, todos os participantes receberão certificados como premiação, além do troféu Cosme Júnior de honra ao mérito. “Mas não teremos nenhum tipo de categoria. Todos receberão”, afirma Tourinho.
As inscrições para o 15º Festival Maranhense de Teatro Estudantil, um dos mais importantes e consagrados eventos da agenda cultural do estado, estão abertas até o dia 20 deste mês, no Centro de Artes Cênicas do Maranhão (Rua de Santo Antônio, 161, Centro), das 14h às 20h30. O evento será realizado de 8 a 15 de novembro nos teatros Arthur Azevedo, João do Vale e Alcione Nazareth.A Secretaria de Estado da Cultura (Secma) informa que além do Centro de Artes Cênicas (Cecem), os interessados têm a opção de efetuar suas inscrições via correio ou por e-mail(cacemteatro@hotmail.com e cacem@cultura.gov.ma.br).
A Secma promete um Festival com muita inovação este ano, cujo caráter não-competitivo da edição, é uma delas. Todas as peças serão encenadas na modalidade de amostragem do trabalho, conforme explica o diretor do Cacem, Domingos Tourinho.
“Essa forma de realizar festivais já é comum em diversos locais do Brasil. Decidimos adotá-la este ano para ampliar a participação das escolas. Queremos realizar uma festa ainda maior que nos anos anteriores”, justifica, lembrando que a decisão pelo caráter não-competitivo deste festival foi tomada em conjunto com professores de escolas públicas e particulares.
Segundo Tourinho, a opção pela amostragem de trabalhos está sendo festejado, sobretudo, por estudantes de escolas públicas, ao alegarem que as instituições de ensino privadas têm maiores chances de vencer as competições. “Eles falam que estudantes da rede particular têm maiores condições financeiras de apresentarem peças mais bem elaboradas”, comentou.
A modalidade não-competitiva, ainda, pode ampliar a participação de escolas de outras cidades maranhenses, diz Tourinho. Ele conta que já está em contato direto com diversos agentes culturais de Alcântara, Arari, Itapecuru Mirim, Vitória do Mearim e Codó. “Mas vamos intensificar os contatos, pois queremos o maior número possível de participantes de outras cidades. A idéia é fazer uma grande festa da inclusão”, afirma.
O diretor do Cacem revelou, ainda, que a coordenação está pensando em outras ações inéditas para esse 15º Festival Maranhense de Teatro Estudantil. “Uma possível premiação a escolas que participaram de todas as edições pode ser uma delas. Também queremos identificar as contribuições que o Festival teve no processo educacional e, quem sabe, elaborar algum tipo de homenagem”, conta Domingos Tourinho.
Estrutura
A abertura acontece no dia 8 de novembro, em horário ainda a confirmar, no Teatro Arthur Azevedo. A peça escolhida para abrir o Festival é Educat’s, montagem com alunos do Colégio Educator, sob a coordenação do professor Sérgio Helal, que se baseou no musical Cats, do poeta, dramaturgo e crítico literário americano T. S. Eliot.
As apresentações dos grupos serão realizadas concomitantemente, de 9 a 12 de novembro no João do Vale e de 9 a 13 no Alcione Nazareth, ambos na Praia Grande, no período matutino e vespertino. “Faremos assim devido ao número de escolas que esperamos inscrever e também por que estipulamos 19h como horário-limite para finalizar as apresentações diárias”, justifica Domingos Tourinho.
Para encerrar, também no Arthur Azevedo, será apresentada a peça A peste e outras pestes, uma adaptação do romance A Peste, do escritor e filósofo francês Albert Camus. “O trabalho é dos alunos do Instituto Federal do Maranhão (IFMA), sob a responsabilidade do professor Inaldo Lisboa”, informa o diretor do Cacem.
Este ano, em virtude de ser mostra não-competitiva, todos os participantes receberão certificados como premiação, além do troféu Cosme Júnior de honra ao mérito. “Mas não teremos nenhum tipo de categoria. Todos receberão”, afirma Tourinho.
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