sábado, 6 de novembro de 2010

Festival de Teatro Estudantil será realizado no início de 2011

Considerado um dos mais festejados eventos culturais do Maranhão, o Festival Maranhense de Teatro Estudantil, que chega à 15ª edição, será realizado no início do próximo ano. O Festival é realizado pela Secretaria de Estado da Cultura (Secma), por meio do Centro de Artes Cênicas do Maranhão (Cacem).

A decisão de realizar o evento em 2011 foi tomada pelos organizadores do Festival. Entre as principais razões estão as agendas de espetáculos dos teatros Arthur Azevedo, João do Vale e Alcione Nazareth, acontecerão o evento. "Estamos em uma fase de reorganização e se optássemos por realizar o Festival neste momento poderíamos não fazer uma festa como a que queremos", diz o diretor do Cacem, Domingos Tourinho.

Essa edição será a 15ª do Festival Maranhense de Teatro Estudantil. "Daí queremos realizar um evento ainda maior que os anteriores. Queremos comemorar o sucesso do projeto, que consegue reunir diversos estudantes e professores, que se envolvem com as atividades do Festival", acrescenta Tourinho.

Inovações - De acordo com o diretor do Cacem, muitas novidades que foram programadas para este festival estão confirmadas. Como principal destaca-se o caráter não-competitivo desta edição. Todas as peças serão encenadas em caráter de amostragem do trabalho. "Essa forma de realizar festivais já é comum em diversos locais do Brasil. Decidimos adotá-la este ano para ampliar a participação das escolas. Queremos realizar uma festa ainda maior que nos anos anteriores", justifica, lembrando que a decisão pelo caráter não-competitivo deste festival foi tomada em conjunto com professores de escolas públicas e particulares.

Segundo Tourinho, a opção pela amostragem de trabalhos está sendo festejado, sobretudo, por estudantes de escolas públicas que, diz o diretor, alegam que as instituições de ensino privadas têm maiores chances de vencer as competições. "Eles falam que estudantes da rede particular têm maiores condições financeiras de apresentarem peças mais bem elaboradas".

A modalidade não-competitiva, ainda, pode ampliar a participação de escolas de outras cidades maranhenses, diz Tourinho. Ele conta que já está em contato direto com diversos agentes culturais de Alcântara, Arari, Itapecuru Mirim, Vitória do Mearim e Codó. "Mas vamos intensificar os contatos, pois queremos o maior número possível de participantes de outras cidades. A idéia é fazer uma grande festa da inclusão", afirma. 

fonte: O Imparcial

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